Durante a COP30, o mundo olhou para Belém. O Fórum Norte chega para transformar esse olhar em agenda concreta — articulando os 7 estados da Amazônia Legal em torno de uma economia que gera valor com o território, e não às custas dele.

Chamamos de “irmãos de borda” os territórios que guardam a riqueza do país, mas raramente ocupam o centro das decisões. O FNEC nasceu no Nordeste com essa convicção: as bordas têm metodologia, têm protagonismo, têm agenda. Em Fortaleza, o Governo do Pará foi ao encontro desse movimento — e juntos construímos a pergunta que faltava: e se a Amazônia tivesse seu próprio Fórum de Economia Circular?

São três anos de metodologia validada — em Bahia, Pernambuco e Ceará — O Fórum chega agora à Amazônia, território decisivo para o futuro climático do planeta e onde outras formas de produzir, cuidar e gerar valor já estão em movimento.  Um encontro enraizado no território, resultado de um processo de escuta que já mobilizou os 144 municípios do Pará e se estende muito além dos três dias em Belém.

Um fórum que nasce do território precisa ser construído por ele. As Chamadas Abertas do I Fórum Norte de Economia Circular são o mecanismo concreto dessa escolha: não definimos a programação antes de escutar,  ela emerge das vozes, experiências e práticas de quem vive, pesquisa, produz e transforma a Amazônia.

Ao longo dos próximos meses, lançaremos chamadas para diferentes formas de participação e contribuição. Cada uma tem seu público, seu propósito e seu momento. A primeira já está aberta.

  • Negócios de Impacto — empreendimentos circulares, criativos e solidários + acesso ao Programa de Mentoria pós-fórum
  • Juventude — chamada dedicada ao GT Juventude
  • Feira e Expositores — feira do fórum + linha de produtos em colaboração com artistas e empreendedores locais
  • Voluntários — monitoria e mediação, em parceria com universidades da região
  • Circuito FNEC — espaços e organizações que queiram realizar atividades paralelas com Selo FNEC

 

Três edições. Três estados. Uma metodologia que evolui a cada território. Os Fóruns conectam pessoas e instituições, produzem diagnósticos, constroem pactos e ajudam a transformar agendas em ação. Esses são os números de quem chega ao Norte com trajetória.

+10.000

participantes presenciais nas três edições

3

diagnósticos territoriais gerados
(Pernambuco, Ceará e Norte)

+20

organizações articuladas

16

Grupos de Trabalho ativos

41

ações estruturadas

4

pactos e acordos institucionais firmados

O Fórum Norte não termina no evento. Cada edição constrói articulações, compromissos e legados que permanecem para além da programação. Chancelas institucionais:

  • Integração à Política Nacional de Economia Circular — PNEC (MDIC)
  • Alinhamento ao Programa Transição Ecológica — PTE (Ministério da Fazenda / Secretaria Extraordinária)
  • 4 pactos e acordos institucionais firmados — Governo do Ceará, Alagoas, SEMAS/PA e SEINP/Belém